Clínica do Ser

Nutrição

 


Uma boa nutrição é um cuidado especial com a saúde e, muitas vezes, alternativa de cura, especialmente, quando nos abrimos à mudança de um velho hábito.

Programa de Obesidade

qualidade-de-vidaAntes de contar calorias para emagrecer, o mais importante é colocar os órgãos e metabolismo em equilíbrio e eliminar os alimentos que levam à obesidade como os alérgenos (glúten – trigo, centeio e cevada, leite e derivados), industrializados (corantes artificiais, conservantes, agrotóxicos), os que provocam retenção de líquidos, inflamação das células de gordura e intoxicantes (farinha de trigo, leite e derivados, açúcar, frituras e carnes vermelhas).

A falta de nutrientes leva ao aumento de gordura corporal, desequilibrando os hormônios relacionados à saciedade e ansiedade. Além de diminuir o gasto energético e a utilização de gordura como energia. Assim, o organismo utiliza erroneamente as proteínas como fonte de energia, deixando o corpo carente de aminoácidos, colágeno e elastina, deixando a pele flácida e envelhecida.

Principais fatores que contribuem com a obesidade:

1 - Excesso de comida, falta de mastigação, horários irregulares e monotonia alimentar;

A monotonia alimentar desacelera o metabolismo, além de sobrecarregar o sistema enzimático digestivo e limitar a oferta de nutrientes ao organismo. A má digestão deixa o organismo carente de vitaminas e minerais e ainda pode causar reações alérgicas.

Para melhorar a digestão usar sucos de enzimas digestivas vegetais – suco de clorofila – 1 colher de sopa antes das principais refeições. Porém se não mastigar de forma correta nada adianta.

Estudos comprovam que fazer 1-2 refeições por dia engorda mais que comer 6 refeições por dia. Comer em excesso após jejum prolongado leva à má digestão por produzir uma quantidade insuficiente de ácido clorídrico e enzimas pancreáticas para o excesso do alimento ingerido. Este processo leva ao aumento da permeabilidade intestinal (o intestino absorve mais e acumula mais gordura), às quais levam à alergia alimentar e ao aumento de peso.

Portanto para emagrecer e reduzir gordura abdominal é importante fazer 6 refeições por dia equilibradas e bem distribuídas.

A educação alimentar reduz o estômago como se tivesse realizado a cirurgia bariátrica, porém de modo natural, sem prejuízos ao organismo com a desnutrição e envelhecimento, e auxiliando o emagrecimento.

2 - Alergias e desequilíbrios alimentares. Consumo dos alimentos inadequados para cada um, levando a inflamação;

O excesso de carboidratos simples (açúcar, farinha de trigo refinada, farináceos, doces em geral) leva à intoxicação do tecido gorduroso, aumentando fadiga, diminuindo vitaminas do complexo B, C e cromo, irritabilidade, aumento da glicemia, triglicérides, cortisol (hormônio do estresse que em excesso leva ao aumento de gordura abdominal e diminui a perda de peso) e insulina. A gordura saturada (carnes e leite) e trans (produtos de padarias, cremes, sorvetes e etc) aumenta a resistência à insulina, inflamação e intoxicação do tecido gorduroso.

Alergia tardia é de difícil diagnóstico por manifestar de 2 -72hs após ingestão do alimento, o qual é identificado pelos sinais e sintomas. O alimento alérgeno causa inflamação e inchaço no organismo, levando a obesidade. O consumo diário dos alimentos que somos intolerantes, provocam atraso no metabolismo, levando à obesidade alérgica. Os alimentos mais comuns causadores da obesidade alérgica são: leite e derivados e glúten.

3 - Problemas intestinais; o desequilíbrio da flora intestinal (excesso de bactérias patogênicas e diminuição de bactérias benéficas – disbiose intestinal) pode ser causada por vários fatores: estresse, excesso de açúcar, fritura, medicamentos, metais tóxicos, fungos, vermes e substâncias tóxicas. Quando destruída a flora intestinal, a absorção de toxinas e alérgenos alimentares aumentam, devido à falta da barreira protetora absorvendo muitas substâncias indesejadas ao organismo, favorecendo o aumento de gordura corporal. Além disso, o desequilíbrio das funções do intestino prejudica a produção de serotonina (hormônio que controla o apetite, o estado emocional e a dor).

4 - Carência de enzimas digestivas. Problemas no pâncreas, estômago e vesícula; todo alimento mal digerido leva à carência nutricional e aumento de peso. A má digestão começa com uma mastigação rápida. O estômago deve funcionar direito ou seja, sem azia, sensação de empachamento, gases, rachadura no meio da língua, marcas dos dentes nas laterais da língua e aftas. O pâncreas produz enzimas digestivas, um funcionamento ruim do pâncreas pode deixar o processo digestivo lento provocando: estufamento, gases, inchaço, acne, glicose e triglicérides alto, sonolência após refeições, insônia, hipoglicemia. Alimentos que sobrecarregam o pâncreas: açúcar e carne de vaca. Alimentos que contem enzimas digestivas e ajudam o pâncreas: frutas, broto de feijão, lentilha e fibras. A má digestão pancreática leva à deficiência de vitaminas do complexo B e zinco, provocando fadiga, dores no corpo e sonolência. Ingerir alimentos ricos nestes nutrientes: levedo de cerveja (evitar no caso de fungo ou cândida), geléia real, castanha, nozes, semente de girassol, chás e ervas digestivas.

5- Desequilíbrio das vitaminas e minerais que deixam o metabolismo lento; além da influência das calorias, estudos mostram que a carência de vitaminas e minerais leva ao aumento de peso. Os minerais (cálcio, zinco, potássio, magnésio, selênio, cobre, iodo...) participam do metabolismo energético e na secreção e ação da insulina. Insulina é importante para levar a glicose para dentro das células para ser metabolizada. A resistência à insulina pode levar a obesidade, diabetes, desordens da tireóide e aumento do cortisol (hormônio relacionado com a obesidade).

O cálcio previne a absorção e aumenta a excreção de gorduras através das fezes. Dietas pobres em cálcio estimulam o aumento de cálcio no interior das células de gordura, evitando a queima de gordura e favorecendo o aumento de peso. O mineral que deveria estar em maior quantidade dentro da célula é o magnésio. Falta de cálcio: unhas quebradiças, queda de cabelo, retardo do crescimento, depressão, insônia, diminuição da memória, pele seca. Alimentos ricos em cálcio: brócolis, couve, couve-flor, ervilhas, gergelim, semente de girassol, grão de bico, castanhas e nozes.

O magnésio reduz a absorção de gordura no intestino por formar sais com as gorduras. A carência de magnésio leva a resistência à insulina e à obesidade. Além de hipertensão arterial e diabetes, e ainda aumenta a vontade de consumir doces e carboidratos. A falta de cromo e excesso de fungos também provoca o mesmo. A falta de magnésio leva a depressão, aumento de colesterol, TPM, pressão baixa, hiportemia, distúrbios de aprendizado, eclâmpsia, aumenta risco cardíaco e de trombose, de agregação plaquetária, aumento de LDL, do risco de câncer e aterosclerose, câimbra e formigamento.

Alimentos ricos em magnésio: grão-de-bico, abacate, aipo, alfafa, amêndoas, arroz integral, castanha, semente de abóbora, maçã, peixe, salsa e tâmara.

Zinco relaciona às alterações no metabolismo adiposo, resistência à insulina e obesidade. Importante no controle do apetite e metabolismo da tireóide. A suplementação de zinco aumenta a massa magra corporal.

Deficiência de zinco provoca: queda de cabelo, retardo do crescimento, pele seca, depressão, acne, infecções, infertilidade masculina, artrite, hipocloridria, manchas brancas nas unhas e tireóide lenta. Fontes de zinco: nozes, semente de girassol, castanha do Pará, arroz integral, cereais integrais, feijão, lentilha, soja, frutos do mar e peixes do mar.

Todos os outros minerais e vitaminas são fundamentais no nosso organismo, prevenindo a obesidade.

6 - Desequilíbrio dos neurotransmissores, principalmente serotonina que controla o humor, sono, sensibilidade à dor e apetite. Sua falta causa ansiedade, irritabilidade, depressão, insônia, baixa auto-estima, desânimo, fibromialgia, TPM, síndrome do pânico, compulsão por doces e produtos de farinha branca. A serotonina é 95% produzida no intestino, portanto a saúde do intestino é importante para manter uma produção adequada deste neurotransmissor. O triptofano é um aminoácido que produz serotonina, a ingestão de alimentos fonte de triptofano (banana, cereais integrais, semente de girassol, aveia e grãos) são fundamentais também para manter níveis adequados de serotonina. O uso de antidepressivos, ansiolíticos e inibidores do apetite, bloqueiam a captação de serotonina pelo intestino; isso proporciona mais serotonina no cérebro e pouca no intestino, provocando tensão, desequilíbrio emocional, constipação (ela inicia os reflexos peristálticos e secretórios no intestino), náusea, vômito e todos os efeitos da queda de serotonina (insônia ou muito sono, palpitação, depressão, flutuação no . apetite e etc). Esses medicamentos aproveitam a serotonina que temos armazenada, e quando o organismo necessita de antidepressivo, é porque o organismo não produz mais serotonina ou produz muito pouco e a droga vai perdendo o efeito cada vez mais. Para recuperar a produção de serotonina o ideal é consumir os nutrientes, que funcionam como matéria-prima dela, de forma adequada como: triptofano, magnésio, cálcio, vitamina C, vitaminas do complexo B principalmente B3, B6 e B9.

A necessidade pelo doce pode ser a produção baixa de serotonina ou hipoglicemia, e também excesso de fungo ou hábito de comer muito doce, quanto mais doce se come terá cada vez mais vontade de consumi-lo. A solução é parar imediatamente de comer o doce e farinha branca e incluir nutrientes que regulam o metabolismo do açúcar: cromo, manganês, magnésio e L-glutamina (com orientação de um nutricionista ou médico). A falta destes nutrientes provoca desejo de consumir doce.

No caso do fungo a vontade de comer doce aumenta por este usar o açúcar e seus derivados (doce e farinha branca) para sua reprodução. Neste caso é importante retirar os alimentos que contém fungo: frutas cítricas, amendoim, fermentos, alimentos fermentados, leveduras, cerveja e vinho. E os que alimentam o fungo: leite e derivados, açúcar, doce e farinha branca. Usar diariamente: alho, tomilho, orégano, óleo de orégano, de cravo ou de hortelã. A suplementação de glutamina e probiótico é importante também, porém sob orientação de nutricionista ou médico.

7 - Desequilíbrio da insulina – resistência à insulina; o açúcar é transformado em glicose , é absorvido no intestino e depois vai para o sangue. O corpo utiliza a glicose que precisa e depois produz insulina para reduzir o nível de glicose, o excesso é convertido em glicogênio e é armazenado no fígado e músculo. Quando o consumo de açúcar é excessivo ocorre um desequilíbrio na produção de insulina, isso faz com que o organismo crie uma necessidade de produção cada vez maior de insulina para degradar o açúcar. Isso provoca resistência à insulina (RI) e, em vez de converter o excesso de glicose em glicogênio transforma-o em gordura. Quanto mais instável o nível de açúcar no sangue, maior a tendência de desejar doces e carboidratos refinados. Então o desequilíbrio de insulina na maior parte das vezes é a origem do excesso de peso. Quanto mais obeso menos eficiente é a decomposição do açúcar. O excesso de açúcar leva a resistência à insulina e esta a obesidade. A intolerância à glicose provoca pelo menos 3 dos seguintes sintomas: vontade de comer doces e massas, necessidade de mais de 8 horas de sono, acorda cansado, sede excessiva, excesso de suor, dificuldade de concentração, necessidade de cafeína, cigarro ou chocolate.

É importante ingerir os alimentos e nutrientes que melhoram a resposta à insulina: zinco, magnésio, cálcio, vanádio, W3, cromo, manganês, cobre, FOS, inulina, L-cisteína, vitamina B1, B6 e B12. Os alimentos que contêm tais nutrientes são: peixes de água frias, castanhas, nozes, sementes, linhaça, grão-de-bico, leguminosas, brotos, cereais integrais, verduras e frutas.

8 - Aumento excessivo de cortisol devido ao estresse emocional e estresse oxidativo do organismo; o excesso de cortisol esgota vitaminas e minerais, aumento de radicais livres, intoxicação crônica, dores musculares generalizadas e acidificação do pH sanguíneo. O estresse oxidativo provoca uma descarga de substâncias tóxicas na corrente sanguínea provocando distúrbios digestivos, cansaço, raiva, irritação e retardo no metabolismo.

Alimentos estressantes: doce, gordura saturada e trans, leite e derivados, carne vermelha, alimentos refinados e processados (produtos de farinha branca), álcool, refrigerante, conservantes, corantes e outras substâncias químicas.

Alimentos inibidores do estresse: aipo, semente de girassol, arroz integral, algas, repolho, amêndoas, castanhas, nozes, amora, morango, framboesa, semente de gergelim, pepino, aspargos, alho, abacate, chás de camomila e cidreira, farelo de aveia, suco de maracujá. Suplemento de picnogenol com orientação de um nutricionista.

No estresse oxidativo o uso de antioxidantes é fundamental: selênio, zinco, vitamina C, magnésio, cálcio, vitaminas do complexo B em geral, betacaroteno, vitamina E, tirosina e fitoquímicos.

Fontes de selênio e zinco: castanhas, nozes, brócolis, germe trigo, semente de abóbora e girassol, soja, amêndoas, lagosta, frango, peixes, atum, sardinha, ovo e arroz integral.

Carotenóides: cenoura crua, batata doce, couve, abóbora, almeirão, agrião, manga, pimentão, melão e damasco.

Ácido pantotênico: levedo de cerveja, sementes, gema de ovo, abacate e germe de trigo.

Avaliar com nutricionista ou médico a suplementação de vitaminas do complexo B, magnésio, colina, inositol, vitamina C, glutamina, taurina, tirosina e triptofano.

Fazer exercícios relaxantes para diminuir o estresse: yoga, meditação, reiki e etc.

O estresse oxidativo pode provocar também baixa de testosterona, alteração da tireóide e com o aumento da produção de radicais livres gera aumento da inflamação que leva à obesidade. No exame de LDL oxidada avalia-se o excesso de radicais livres.

9 - Distúrbios da tireóide – hipotireoidismo; deficiência da ação do hormônio tireoidiano reduz os processos metabólicos, dificultando o emagrecimento devido à esta deficiência na produção dos hormônios da tireóide (hipotireoidismo). O hormônio da tireóide que tem ação sobre o peso é o T3, para ocorrer a conversão de T4 em T3 alguns nutrientes não podem faltar: Se, Zn, Cu, Fe, I e o aminoácido tirosina.

Sintomas de alterações na tireóide: elevação do pescoço em forma de lombada na horizontal, manchas brancas nas unhas (falta de Se e Zn), unhas grossas e espessas com ondulações (falta de vitamina A), pés e mãos frios, sensibilidade ao frio, pele seca e escamosa, perda de cabelo, intestino preso, rouquidão, colesterol elevado, hipertensão e queda de energia no final da tarde.

Alguns alimentos podem (não é obrigação) atrapalhar a tireóide: repolho, couve, couve-flor, alho, cebola, espinafre, maracujá, soja, ovo, lactose, glúten e os menos comuns carne vermelha, mamão papaia, pêssego, brócolis.

Alimentos com alta concentração de Se e Zn, portanto indicados para quem teme tireóide lenta: oleaginosas, semente de abóbora, semente de girassol, lagosta, frango, salmão, bacalhau, atum, farelo de arroz, sardinha, anchovas, arroz integral e algas.

Alimentos ricos em tirosina: semente de abóbora, abacate e amêndoas. A suplementação de L-tirosina com orientação médica ou nutricional pode ser importante.

10 - Alterações no fígado – intoxicação e metabolismo lento; o fígado tem a função de descartar as toxinas do nosso organismo, assim como conservantes, corantes, metais tóxicos, substâncias alérgicas. Se o intestino absorveu o que não deveria, o fígado descarta essas toxinas para o rim fazer a excreção e novamente para o intestino eliminar. As vitaminas, minerais e aminoácidos que o intestino absorveu vão para o fígado para serem distribuídos para o organismo. Um fígado que funciona mal acumula toxina no organismo dificultando o emagrecimento. As toxinas depositam no tecido gorduroso causando inchaço e diminuição no metabolismo das células de gordura. Limpar o fígado é fundamental para o emagrecimento.

Sintomas de fígado intoxicado: boca amarga, pontada ou dor abaixo da costela direita, enxaqueca, náusea, enjôo, vômitos, indigestão ou digestão lenta, intolerância a frituras ou gorduras, falta de energia, psoríase, inchaço e dermatites.

Alimentos que intoxicam o fígado: leite e derivados, álcool, gorduras animais, frituras, refrigerantes, alimentos químicos, processados e enlatados.

Alimentos certos para o fígado: brócolis, couve-flor, couve, nabo, repolho, cebola, alho, semente de abóbora e girassol, algas, alecrim, endro, erva-doce, gengibre, louro, manjericão, rabanete, aipo, agrião, morango, amora e uva.

11 - Problemas renais – retenção de líquidos e dificuldade na eliminação das toxinas; o mau funcionamento dos rins e bexiga aumentam a retenção de líquidos no organismo e pela falta de eliminação de toxinas.

Sintomas de um rim que não funciona bem: necessidade de urinar freqüente (30 em 30 minutos), pouca quantidade por vez, dor ao urinar, forçar para a urina sair, urina turva ou escura, sangue na urina e dor durante o ato sexual (no caso das mulheres).

Muitas vezes estes problemas podem ser ocasionados por fungos (excesso de cândida). A língua branca e o mau hálito podem ser fungos ou excesso de refrigerantes, açúcar, farinha branca, conservantes, corantes e lactose. Esses alimentos deixam o pH do sangue ácido demais e do trato digestivo muito básico , gerando acúmulo de toxinas e bactérias. O excesso de fungo e doce cristaliza as paredes da bexiga e as vias urinárias, a bexiga vai endurecendo e perdendo a elasticidade, provocando dor.

O ideal é evitar doces, farinha branca, levedura, vinagres, vinho e cevada . Introduzir: chás antiinflamatórios (unha de gato), consumir muita água, salsa. Sob orientação médica ou nutricional usar lactobacillus e aloe vera como suplementação.

12 - Sedentarismo. É importante fazer a atividade física que proporcione prazer. Uma atividade que aumente o estresse irá aumentar os níveis de cortisol, hormônio do estresse que leva à obesidade. Cada um precisa de um tipo diferente de atividade. Pessoas que levam uma vida mais estressada e trabalhar entre quatro paredes, procure exercícios relaxantes, como yoga, reiki, alongamento, caminhada, nadar, dançar. Se a pessoa é mais parada a academia é indicada. Se a pessoa fica pra lá e pra cá o dia todo o ideal é fazer exercícios relaxantes também.

Exercícios com prazer aumenta a serotonina que dá prazer e diminui o apetite e o peso.

Se não gosta de nada vá fazendo aulas experimentais para achar o que gosta.

A atividade física não deve ser apenas para emagrecer, todos devem adotar este estilo de vida para evitar várias doenças, levantar auto-estima, tonificar o corpo, melhorar a circulação, rejuvenescer o corpo, liberam hormônios que proporcionam leveza, bem estar e melhora a vida sexual. O suor libera toxina, através dos estímulos dos gânglios linfáticos gerados pelo exercício. O exercício é o principal estimulante dos gânglios.

Quem pratica atividade física se sente mais alegre, feliz e bem humorado.

Para diminuir abdômen:

- reduzir o consumo de alimentos que aumentam a resistência à insulina: farinha branca, açúcar, gordura trans;

- não comer muito de uma só vez ou beliscar o tempo todo sobrecarregam o pâncreas e aumentam a resistência à insulina

Paula Zauli Braga

CRN: 05100870

Voltar