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| Sem Leite e sem Glúten |
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Mais do que calorias, o alimento é a matéria-prima necessária para estabelecer um bom funcionamento do organismo, mantendo um estado de equilíbrio físico, mental e emocional, que são dependentes um do outro. Um stress físico impossibilita o indivíduo lidar adequadamente com o stress emocional. Para promover saúde, prevenir doenças e contribuir para uma melhor qualidade de vida, além de uma ingestão adequada de matéria-prima (alimento) em qualidade e quantidade, a fim de que se recebam todos os nutrientes (carboidrato, proteínas, lipídios, vitaminas, sais minerais, fibras e água) essenciais ao organismo, é importante garantir, através de um hábito alimentar correto, que estes alimentos sejam bem digeridos, absorvidos e utilizados. Uma alimentação menos alergênica certamente irá contribuir em todos estes processos, minimizando desequilíbrios orgânicos e sobrecarga do sistema imunológico. Com os estudos na área de Nutrição e a experiência profissional, sabe-se que algumas proteínas são altamente alergênicas, demostrando a relacão do consumo destas proteínas com processos alergênicos como otite, sinusite, obesidade, gastrite, refluxo, constipação, enxaqueca, depressão, dores musculares, distúrbios da tireóide e outros . Entre os alimentos mais alergênicos, o leite de vaca e o glúten são os mais freqüentes. Seguem algumas receitas que certamente irão contribuir para a melhoria da qualidade das refeições do dia-a-dia. As receitas convencionais podem ser adaptadas, como por exemplo: para fazer um bolo, a farinha de trigo pode ser substituída por fécula de batata, amido de milho, farinha de arroz ou as misturas de farinhas sem glúten. Farinha sem glúten: 1 Kg de farinha de arroz; 330 gr de fécula de batata; 165 gr de araruta. Misturar bem e guardar em pote bem fechado. Farinha sem glúten: 3 xícaras de chá de farinha de arroz; 1 xícara de chá de fécula de batata; ½ xícara de chá de polvilho doce. Misturar bem e guardar em pote bem fechado. Misturar a água, o amido, o ovo e por último o fermento; pode ser acrescentado sal, frutose ou adoçante e canela em pó. Numa frigideira untada de óleo, despeje uma porção (1 concha), e doure os dois lados. redientes, acrescentando a água aquecida junto com o óleo frio, até virar uma massa homogênea. Fazer bolinhas pequenas e assar em forno médio (150 graus C). Mais do que calorias, o alimento é a matéria-prima necessária para estabelecer um bom funcionamento do organismo, mantendo um estado de equilíbrio físico, mental e emocional, que são dependentes um do outro. Um stress físico impossibilita o indivíduo lidar adequadamente com o stress emocional. Para promover saúde, prevenir doenças e contribuir para uma melhor qualidade de vida, além de uma ingestão adequada de matéria-prima (alimento) em qualidade e quantidade, a fim de que se recebam todos os nutrientes (carboidrato, proteínas, lipídios, vitaminas, sais minerais, fibras e água) essenciais ao organismo, é importante garantir, através de um hábito alimentar correto, que estes alimentos sejam bem digeridos, absorvidos e utilizados. Uma alimentação menos alergênica certamente irá contribuir em todos estes processos, minimizando desequilíbrios orgânicos e sobrecarga do sistema imunológico. Com os estudos na área de Nutrição e a experiência profissional, sabe-se que algumas proteínas são altamente alergênicas, demostrando a relacão do consumo destas proteínas com processos alergênicos como otite, sinusite, obesidade, gastrite, refluxo, constipação, enxaqueca, depressão, dores musculares, distúrbios da tireóide e outros . Entre os alimentos mais alergênicos, o leite de vaca e o glúten são os mais freqüentes. Seguem algumas receitas que certamente irão contribuir para a melhoria da qualidade das refeições do dia-a-dia. As receitas convencionais podem ser adaptadas, como por exemplo: para fazer um bolo, a farinha de trigo pode ser substituída por fécula de batata, amido de milho, farinha de arroz ou as misturas de farinhas sem glúten. Farinha sem glúten: 1 Kg de farinha de arroz; 330 gr de fécula de batata; 165 gr de araruta. Misturar bem e guardar em pote bem fechado. Farinha sem glúten: 3 xícaras de chá de farinha de arroz; 1 xícara de chá de fécula de batata; ½ xícara de chá de polvilho doce. Misturar bem e guardar em pote bem fechado. 1 – TAPIOCAIngredientes: - 3 xícaras de chá de polvilho doce - 1 xícara de chá de água - sal a gosto Modo de preparar: Numa vasilha de tamanho médio, borrife um pouco de água sobre o polvilho com o sal misturado. Mexa a mistura com as pontas dos dedos, aos poucos vá colocando mais água para que a mistura fique em forma de farelo. Depois passe essa mistura por uma peneira. Formada a farinha, guarde em um recipiente fechado e na geladeira. Para preparar a tapioca, aqueça uma frigideira antiaderente de 20 cm de diâmetro em fogo brando. Espalhe uma porção (2 colheres de sopa) na frigideira e com as costas de uma colher cubra o fundo da frigideira de modo uniforme. Aqueça de 2 a 4 minutos depois vire e aqueça o outro lado, como panqueca. Se preferir poderá recheá-las (salgado ou doce). 2 – CREPEIngredientes: - 1 ovo - 6 colheres de sopa cheias de amido de milho - 1 e ½ xícara de água - 1 colher de chá de fermento em pó químico Modo de preparar: Misturar a água, o amido, o ovo e por último o fermento; pode ser acrescentado sal, frutose ou adoçante e canela em pó. Numa frigideira untada de óleo, despeje uma porção (1 concha), e doure os dois lados. 3 - PÃO DE MANDIOQUINHA COM ERVASIngredientes: - 400 gr de Mandioquinha - 400 gr de Polvilho doce - 100 gr de Polvilho azedo - 1 xícara de chá de Água quente - ¾ xícara de Óleo - 1 colher de chá Manjericão desidratado - 1 colher de chá de Salsa desidratada - 1 colher de café de Tomilho desidratado - 3 colheres rasas de sal Modo de preparar: Cozinhar a mandioquinha, amassar e misturar com os demais ingredientes, acrescentando a água aquecida junto com o óleo frio, até virar uma massa homogênea. Fazer bolinhas pequenas e assar em forno médio (150 graus C). Paula Zauli Braga CRN: 05100870 *Receitas: Livro: Receitas de Fácil Digestão - isentas de lactose, proteínas do leite e glúten, páginas 14, 22, 24 e 25. Editora: Bauru. 2007. Voltar |